Bom, tenho que fazer meu dever de português, terei que fazer uma crônica baseada em uma outra.
A separação vista pelas fases da vida:
“ Lembro dos meus 6 anos de idade como se nunca tivesse passado, cada acontecimento que marcou a minha inocente infância, cada momento de sorrisos largos e lagrimas cortantes, a maior parte da minha infância foi ver um monstro invadir as minhas manhãs, tardes e noites, fazendo meus pais entrarem em uma grande confronto, gritos, olhares ardentes, o sangue pulsando cada vez mais rápido de costume e então um silêncio pairava no ar, sendo quebrado por um bater de portas e um baixo choro feminino, não demorou muito para ter a minha infância dividida em duas casas, duas vidas, dois convívios distintos, fui crescendo na esperança de um dia poder ver meus pais unidos novamente, essa esperança era destruída cada vez que aparecia um novo ser formando uma barreira entre eles, conforme fui ficando mais velho, fui desistindo de ver essa união novamente, após 20 anos, me casei e presenciei o monstro da minha infância voltar, dessa vez, eu não o assisti, mais senti ele tomar conta de mim, falar coisas duras e cruéis, me fez usar o ponto fraco da minha adversária momentânea, e a fazer desistir de seguir a vida ao meu lado, 9 meses se passaram e vim a saber que era pai, minha ex companheira havia falecido na hora do parto, e eu tinha que cuidar de uma vida na qual eu havia gerado a algum tempo atrás.
Bastante tempo se passou e por fim, eu estava de pé ao lado de um altar de uma longa e grande igreja, dessa vez não era eu quem estava prestes a unir a minha vida a uma outra pessoa, era meu filho se casando, aquele que gerei a vida, entre algumas brigas, sei que ele não podia me ver, mais tenho certeza que ele me ouviu dizer ao pé do ouvido para tomar cuidado do monstro...”
A separação vista pelas fases da vida:
“ Lembro dos meus 6 anos de idade como se nunca tivesse passado, cada acontecimento que marcou a minha inocente infância, cada momento de sorrisos largos e lagrimas cortantes, a maior parte da minha infância foi ver um monstro invadir as minhas manhãs, tardes e noites, fazendo meus pais entrarem em uma grande confronto, gritos, olhares ardentes, o sangue pulsando cada vez mais rápido de costume e então um silêncio pairava no ar, sendo quebrado por um bater de portas e um baixo choro feminino, não demorou muito para ter a minha infância dividida em duas casas, duas vidas, dois convívios distintos, fui crescendo na esperança de um dia poder ver meus pais unidos novamente, essa esperança era destruída cada vez que aparecia um novo ser formando uma barreira entre eles, conforme fui ficando mais velho, fui desistindo de ver essa união novamente, após 20 anos, me casei e presenciei o monstro da minha infância voltar, dessa vez, eu não o assisti, mais senti ele tomar conta de mim, falar coisas duras e cruéis, me fez usar o ponto fraco da minha adversária momentânea, e a fazer desistir de seguir a vida ao meu lado, 9 meses se passaram e vim a saber que era pai, minha ex companheira havia falecido na hora do parto, e eu tinha que cuidar de uma vida na qual eu havia gerado a algum tempo atrás.
Bastante tempo se passou e por fim, eu estava de pé ao lado de um altar de uma longa e grande igreja, dessa vez não era eu quem estava prestes a unir a minha vida a uma outra pessoa, era meu filho se casando, aquele que gerei a vida, entre algumas brigas, sei que ele não podia me ver, mais tenho certeza que ele me ouviu dizer ao pé do ouvido para tomar cuidado do monstro...”

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